Construção puxa saldo positivo de empregos em Itu

30/08/2022, 22:41:18 • Redação • Economia/Negócios
Construção puxa saldo positivo de empregos  em Itu

Profissionais com faculdade e jovens perdem espaço

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Itu (SP) teve mais contratações do que demissões no mês de julho. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que foram 230 contratações a mais do que demissões. O destaque ficou com a construção que teve crescimento de 3% e numericamente com serviços, que teve 117 contratações a mais do que demissões. Em seguida vem a própria construção com 56, indústria (46), comércio (26) e agropecuária (-15).

Os dados acumulados de todos os meses deste ano mostram que o saldo de carteiras assinadas está positivo em 1.453 vagas. O destaque percentual fica com a construção com alta de 26% no período. São 400 vagas criadas, sendo que foram 1199 admissões contra 799 demissões. Em números gerais, os serviços tiveram 617 vagas criadas, mas como o setor tem maior estoque de empregos, o percentual de subida ficou em 2,83%. Juntando com o setor da indústria, que criou 353 vagas no ano, Itu tem os três principais setores gerando a grande maioria dos empregos.

No ano o comércio teve a criação de 113 vagas neste período. A agropecuária, único setor negativo, no ano teve 30 demissões a mais do que contratações, o equivalente a 2,3%. Juntando todas as áreas, o crescimento das vagas na cidade foi de 2,76% em 2022. São 54.152 carteiras assinadas no total. Pouco menos de um terço deste total sofreu alterações nestes sete meses, com 16899 contratações contra 15446 demissões.

Sexo, escolaridade, idade

A maioria dos contratados em Itu nestes sete meses é de homens. No geral, o trabalhador que teve a carteira assinada tem o Ensino Fundamental ou Médio completo.

O levantamento aponta que os profissionais com superior completo viram o mercado profissional diminuir: foram 34 demissões a mais do que contratações desta faixa de instrução. Com o ensino superior incompleto a criação de vagas ficou quase empatada, com apenas seis vagas.

A faixa de idade com o maior número de contratados foi de 18 a 24 anos, seguido de 40 a 49 anos. Já as pessoas entre 25 e 29 anos viram o tamanho do seu mercado diminuir: foram 130 demissões a mais do que contratações. Outra faixa com mais demissões do que contratações foi a de idosos acima dos 65 anos: foram 49.

foto: divulgação

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