Região começa com alta de 166% em locações de imóveis usados

01/03/2023, 14:37:39 • Redação • Economia/Negócios
Região começa com alta de 166% em locações de imóveis usados

A Pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP), comparou os mercados de venda e locação de casas e apartamentos em Janeiro com os resultados obtidos em Dezembro.

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Foram consultadas 55 imobiliárias das cidades de Araçoiaba da Serra, Boituva, Cerquilho, Ibiúna, Itapetininga, Itu, Mairinque, Piedade, Salto, São Roque, Sorocaba, Votorantim e Tatuí.

Houve alta de 29,63% nas vendas e alta de 166,26% no volume de contratos de locação assinados no período.

A maioria das vendas foi de casa (64%), seguida de apartamentos (36%). Já em locações, os apartamentos foram os mais escolhidos (51%), seguidos por casas (49%).

Locações

A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas na região de Sorocaba ficou em até R$ 2.500,00, para imóveis de 2 e 3 dormitórios com  50 a 200 m² de área útil.

O valor de aluguel de apartamentos ficou em até R$ 1.500,00; para imóveis com 2 dormitórios e área útil de 51 até 100 m².

A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o seguro fiança. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia (41,5%), na região central (35,6%) e nas áreas nobres (22,9%).

E daqueles que encerraram os contratos de locação, 40,7% se mudaram para imóveis com aluguel mais barato; 29,6% para imóveis com aluguel mais caro e 29,6% não informaram o motivo da mudança.

Vendas

A maioria das casas vendidas no período tinha valores até R$ 300 mil. Eram casas de 2 e 3 dormitórios, com área útil variando de 100 a 200 m².

Para os apartamentos, a faixa de preço preferida dos compradores ficou em até R$ 400 mil, para imóveis de 3 dormitórios e área útil até 200 m².

51,5% das propriedades vendidas em Janeiro estavam situadas na periferia, 19,6% nas áreas nobres e 28,8% nas regiões centrais.

Com relação às modalidades de venda, 42,2% foram financiadas pela CAIXA e 18,1% por outros bancos, 19,3% dos negócios foram fechados à vista e 20,5% direto com os proprietários.

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