Segurança do prefeito Guilherme Gazzola é preso acusado de crime hediondo

28/12/2023, 15:49:38 • Redação • Polícia

O Guarda Civil Municipal Haroldo Justino foi preso na manhã desta quinta-feira (28), na Rodovia Marechal Rondon, próximo a uma cervejaria. O carro em que ele estava foi interceptado, e várias viaturas estiveram no local.

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Os policiais cumpriram um mandado de prisão temporária expedido pelo foro de Presidente Prudente, que pede que ele seja detido por trinta dias. No documento, o assunto é “latrocínio”.

Buscas em sua residência deveriam ser feitas, e o documento cita que ele deverá ficar separado de outros presos. 

A lei citada para justificar sua prisão é a lei considerada de crimes hediondos, e fala em “extorsão qualificada pela restrição da liberdade da vítima, ocorrência de lesão corporal ou morte.”

50 mil reais

A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Segurança Pública informou que Haroldo foi preso, temporariamente, e está sendo  investigado por tentativa de latrocínio.

O crime teria ocorrido em 14 de dezembro, na zona rural de Presidente Prudente. Conforme as investigações, o suspeito e outro comparsa marcaram um encontro com a vítima sob o pretexto de apresentar um suposto investidor interessado em seus serviços.

No entanto, no local, com uso de arma de fogo, tentaram roubar a quantia de R$ 50 mil da vítima, que conseguiu fugir. O segundo envolvido no caso teve a prisão decretada pela Justiça, mas é considerado foragido.

Segurança

Apesar de estar, oficialmente, como Guarda Civil Municipal, Haroldo é, extraoficialmente, segurança particular do prefeito desde o início do primeiro mandato.

Ele é GCM classe 3, categoria que tem salário em torno de R$ 4 mil, ele tem um salário bruto de R$ 12.363,85.

Sua esposa é assessora do vereador e advogado Ricardo Giordani, eleito presidente da Câmara para 2024. 

Outras polêmicas

Ele foi preso em 2020 por porte ilegal de arma. Na época, ocupava cargo de diretor na Prefeitura.

A Justiça chegou a investigar a sua contratação.

Resposta Prefeitura

O Jornal de Itu teve acesso a uma resposta do Departamento de Comunicação da Prefeitura sobre o assunto. Segue a nota:

“O GCM em questão foi imediatamente afastado em caráter preventivo de todas as suas funções junto à corporação e ao serviço público. A Prefeitura de Itu irá colaborar no que for necessário quanto a investigação policial sobre o ocorrido, buscando a completa elucidação dos fatos. Dentro da esfera administrativa, já instaurou processo administrativo e encaminhou o caso à corregedoria. Ressaltamos que a Prefeitura de Itu se encontra em recesso e todos os supostos atos ocorreram fora de horário de trabalho e sem uso de equipamentos públicos.”

Veja o que disse a defesa do acusado.

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